Pular para o conteúdo principal

Famílias de sobreviventes do acidente com ônibus em MG, e que estão em estado grave, reclamam da falta de apoio com os feridos


Felipe Gabriel Silva de Souza tem uma perfuração no tórax e traumatismo craniano, Ícaro Morais Pereira teve lesão no fígado e Cauan Vicente tem duas lesões na coluna e está temporariamente paraplégico. Felipe, Ícaro e Cauan: sobreviventes em estado grave Reprodução/Redes sociais Parentes de jovens sobreviventes do acidente com integrantes de um time de futebol na BT-116, em Minas Gerais, que estão em estado grave e ainda em solo mineiro, reclamam ajuda da empresa LG Turismo, dona do veículo acidentado. Três dos quatro mortos no acidente foram enterrados de nesta terça-feira (31) no bus na BR-116, em Minas Gerais. Mais dez jogadores seguem internados. Nesta terça-feira (31), amigos e parentes fizeram mobilização pelas redes sociais para conseguir transferência para Felipe Gabriel Silva de Souza e Ícaro Morais Pereira, ambos de 17 anos. Os dois precisam de cirurgias que o hospital São Salvador, em Além Paraíba, não dispõe. Felipe Gabriel sofreu um traumatismo craniano e uma perfuração no tórax. O jovem foi estabilizado, está no CTI, mas precisa operar novamente. “Ele teve uma hemorragia, mas conseguiram conter. Agora precisamos transferi-lo o quanto antes”, contou a tia do jovem, Jéssica Fagundes. Ícaro Pereira também precisa de cuidados. O rapaz teve uma lesão no fígado, sofreu hemorragia severa, mas foi operado e estabilizado. Ícaro Pereira durante o campeonato e no ônibus voltado: lesão no fígado Arquivo pessoal Outro caso grave é o de Cauan Vicente, de 16 anos. O jovem sofreu duas lesões na coluna, está temporariamente paraplégico. Ele operou nesta terça-feira (31), em Muriaé. Cauan colocou pinos na coluna, altura da caixa torácica, e deverá passar por nova intervenção na sexta-feira (3), na altura da coluna cervical. “O que o médico falou para gente é que ele já chegou ao hospital paraplégico, mas que com tratamentos e fisioterapia, o quadro pode ser reversível. Ele está bem, consciente e ainda digerindo tudo o que aconteceu”, contou ao g1 o cunhado do jovem, Juliano Soares. A família de Cauan até chegou pedir ajuda financeira pelas redes sociais (Cauan divulgou vídeo agradecendo - veja abaixo), mas na tarde desta terça-feira (31), o cunhado Juliano entrou em contato com a empresa LG Turismo e foi encaminhado para falar com a seguradora da empresa. Cauan Vicente agradece ajuda aos amigos que fizeram pix pra ajudar seus familiares “Eles disseram que vão pagar a hospedagem para mim e para a mãe do Cauan, que também está aqui. Mas foi eu que entrei em contato”, disse Juliano. Jovens devem ser transferidos de helicóptero Já os familiares de Felipe Gabriel e Ícaro Pereira conseguiram ajuda por conta própria para transferir os meninos de helicóptero na quarta-feira (1º) para o Hospital de Saracuruna, em Duque de Caxias. O voo deve ser nas primeiras horas da manhã e os familiares estão esperançosos com a vinda para o Rio de Janeiro e os cuidados adequados. “A gente só quer ajuda para eles virem logo, serem cuidados e que deem suporte para as famílias. Tem gente que não têm condições de ficar se deslocando”, disse Tharcylla Pereira, irmã de Ícaro.

Fonte: https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/2023/02/01/familias-de-sobreviventes-do-acidente-com-onibus-em-mg-e-que-estao-em-estado-grave-reclamam-da-falta-de-apoio-com-os-feridos.ghtml

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

A história por trás de 'Waka Waka', o maior hit das Copas: Shakira 'copiou' música camaronesa

Banda dona de refrão idêntico gravado em 1986 teve que ameaçar processar para que integrantes virassem coautores. Clipe da colombiana tem mais de 3 bilhões de views no YouTube. Relembre as trilhas mais recentes das Copas do Mundo '"Waka Waka (This Time for Africa)" foi a principal música da Copa da África do Sul, em 2010, quando o campeonato foi disputado no continente africano pela primeira vez. A história por trás do maior hit de todas as Copas (veja clipes no vídeo acima) envolve um refrão "copiado" e certa demora para dar créditos aos coautores. Além de Shakira, "Waka Waka" tem a banda sul-africana Freshlyground, sequer citada no título da música no YouTube. Outra contribuição africana "escondida" tem a ver com o refrão. Ele foi pego de uma música chamada "Zangalewa", lançada em 1986 pela banda camaronesa Golden Sounds. Em 2010, "Waka Waka" foi lançada com dois autores creditados: Shakira e John Hill, produtor que já ...

Ameca, o robô humanoide que impressiona por semelhança com humanos; vídeo

Imagem do robô "acordando para a vida" revelada esta semana viralizou e chama a atenção pelo realismo das expressões. Modelo servirá como base de teste para inteligência artificial e terá conexão em nuvem. Ameca: veja o robô realista que parece humano Seu nome é Ameca. Ele é o novo robô da empresa britânica Engineered Arts, especializada em máquinas humanoides. Sua extrema semelhança com seres humanos acabou chamando atenção de internautas nas redes sociais. A imagem do robô "acordando para a vida" revelada esta semana viralizou deixando muita gente impressionada, e outros "assustados". Seu lançamento oficial será na próxima Consumer Electronics Show (CES) 2022, mas alguns detalhes do modelo já foram divulgados pela fabricante. Em seu anúncio, a empresa afirmou que "Ameca é o robô em forma humana mais avançado do mundo". Seus criadores dizem que ele pode servir de plataforma para o desenvolvimento de futuras tecnologias robóticas. SAIBA MAIS Xen...

'Rota 66 - A História da Polícia que Mata': Profissão Repórter revisita casos após 30 anos; assista à íntegra

O livro de Caco Barcellos, lançado em 1992 após uma investigação jornalística de sete anos, acaba de virar série no Globoplay. Junto com cinco repórteres da nossa equipe, ele reencontrou as vítimas mostradas na obra. Edição de 18/10/2022 - 'Rota 66 - a História da Polícia Que Mata': 30 anos depois Uma investigação jornalística de sete anos, conduzida por Caco Barcellos, resultou no livro "Rota 66 - A História da Polícia que Mata". A obra, fruto da análise de dezenas de caixas de documentos vindos de cinco fontes diferentes, revelou o perfil de 4.179 mortos pela Polícia Militar de São Paulo, de 1970 a 1992; 65% deles nunca tinham tido envolvimento com o crime. Para marcar os 30 anos do livro, que acaba de virar série no Globoplay, o Profissão Repórter revisitou os casos e reencontrou os órfãos e outros familiares das vítimas da violência policial. O repórter cinematográfico Eduardo de Paula e mais cinco repórteres acompanharam Caco na missão. Caco e Chico Bahia Profis...