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Termina nesta terça o prazo para inscrição em curso online sobre controle da hanseníase no RS

A ficha de inscrição pode ser envia por e-mail. Saiba como participar. Termina nesta terça (1º) o prazo as inscrições para o curso online sobre controle da hanseníase dirigida por profissionais de saúde, que acontece nesta sexta-feira (4). A ficha de inscrição pode ser envia para o e-mail: hanseniase.rs@gmail.com. O curso faz parte da programação do Janeiro Roxo no Rio Grande do Sul, mês dedicado às ações de alerta sobre sintomas, prevenção e tratamento da doença. Ao todo são 500 vagas. Os participantes receberão um dia antes do evento o link de transmissão. A atividade será realizada em parceria com a Sociedade Brasileira de Dermatologia e Ministério da Saúde, tendo como público-alvo profissionais de saúde de nível superior da atenção primária (médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais e psicólogos). Confira a programa completa da capacitação sobre hanseníase para profissionais da atenção primária em saúde neste link. Sobre a doença Conforme a coordenadora do Programa Estadual de Controle da Hanseníase, da Secretaria da Saúde (SES/RS), Márcia Lira, "a hanseníase, conhecida como lepra, é uma doença crônica, contagiosa, não hereditária e curável e tem tratamento pelo SUS". A especialista informa, ainda, que a hanseníase é um agravo transmissível, de notificação compulsória e de investigação obrigatória em todo território nacional. A doença possui como agente etiológico o Micobacterium leprae, o bacilo de Hansen. Transmitido pelas vias aéreas superiores (espirro e tosse), tem predileção por pele e nervos periféricos e se manifesta por lesões de pele com diminuição ou ausência de sensibilidade. De acordo com os últimos dados epidemiológicos, registrados há cinco anos, o Rio Grande do Sul, em 2017 apresentou 112 casos novos no ano, 11,6% paucibacilares (com menos bacilos, a forma menos contagiosa) e 88,4% multibacilares (muitos bacilos, a forma mais contagiosa) distribuídos em 64 municípios dos 497 municípios do Estado. Marcia Lira explica o diagnóstico tardio é uma das causas do aumento de pacientes com incapacidades instaladas, que poderiam ser evitadas. “É preciso buscar a hanseníase, falar sobre sinais e sintomas, manter continuamente o processo de capacitação das equipes de saúde, estimulando um olhar atento para a doença e vigilância constante”, enfatiza a coordenadora. Os sinais e sintomas mais frequentes da hanseníase são: Manchas esbranquiçadas, avermelhadas ou amarronzadas, em qualquer parte do corpo, com perda ou alteração de sensibilidade térmica (ao calor e frio), tátil (ao tato) e à dor, que podem estar principalmente nas extremidades das mãos e dos pés, na face, nas orelhas, no tronco, nas nádegas e nas pernas. Áreas com diminuição dos pelos e do suor. Dor e sensação de choque, formigamento, fisgadas e agulhadas ao longo dos nervos dos braços e das pernas. Inchaço de mãos e pés. Diminuição sensibilidade e/ou da força muscular da face, mãos e pés, devido à inflamação de nervos, que nesses casos podem estar engrossados e doloridos. Úlceras de pernas e pés. Caroços (nódulos) no corpo, em alguns casos avermelhados e dolorosos. Febre, edemas e dor nas juntas. Entupimento, sangramento, ferida e ressecamento do nariz. Ressecamento nos olhos. VÍDEOS: Tudo sobre o RS

Fonte: https://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/noticia/2022/01/31/termina-nesta-terca-o-prazo-para-inscricao-em-curso-online-sobre-controle-da-hanseniase-no-rs.ghtml

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