Pular para o conteúdo principal

Consórcio de veículos de imprensa acrescenta mais uma informação aos dados sobre vacinação no Brasil

A partir desta segunda-feira (31), será divulgado o percentual de imunizados em relação à população que pode se vacinar, ou seja, todos os brasileiros com 5 anos ou mais de idade. Consórcio de veículos de imprensa acrescenta mais uma informação aos dados sobre vacinação no Brasil O consórcio de veículos de imprensa que reúne dados sobre a pandemia no Brasil desde 2020 acrescentou mais uma informação: o percentual de pessoas com cinco anos ou mais que já se imunizaram. Média móvel de mortes por Covid no Brasil fica acima de 500 pelo 3º dia Melissa Alves de Souza, de 8 anos, chegou toda confiante: “É muito bom a gente tomar vacina. Tem pessoas que têm medo, mas no fundo vai ajudar.” Mas, na hora da injeção, preferiu nem olhar. Melissa: A dor não sente. Repórter: E qual a importância de tomar a vacina? Melissa: Para você ficar bem. “Eu acho que é um momento de proteção para os nossos filhos diante da situação que o país se encontra. É um ato de carinho e de cuidado com cada uma das crianças”, diz Luciana Alves de Oliveira, mãe de Melissa. A vacinação de crianças com idades de 5 a 11 anos começou no dia 14 deste mês. Para retratar essa nova etapa, os telejornais da Globo trazem, a partir desta segunda-feira (31), mais um indicador: o percentual de imunizados em relação à população que pode se vacinar, ou seja, todos os brasileiros com 5 anos ou mais de idade. O consórcio de veículos de imprensa passou a divulgar essa informação há uma semana. Diariamente, já vinha mostrando o número de vacinados com a primeira dose, a segunda dose ou dose única e quem tomou a dose de reforço. Os percentuais, que apareciam na tela se referiam ao total da população. Agora, também vão se referir à população vacinável. Cientistas e epidemiologistas explicam que os dois indicadores são importantes, mas devem ser interpretados de maneiras diferentes. Enquanto um dá uma visão mais geral da imunidade da população, o outro serve para mostrar se a campanha de vacinação está avançando. “A gente saber o percentual total da população que está vacinado nos dá uma ideia de o quão próximo nós estamos de atingir a cobertura vacinal total, em muitas doenças, de chegarmos ao fim da doença porque quando um percentual alto da população total está vacinado, a gente está próximo do final da doença. Quando a gente olha o percentual da população elegível vacinada a gente está vendo uma indicação do quão bem está funcionando a campanha de vacinação“, diz o epidemiologista Pedro Hallal, da Universidade Federal de Pelotas. “É extremamente importante vocês incorporarem esse novo indicador e mostrar o percentual das pessoas elegíveis que foram vacinadas. Essa informação traz uma perspectiva do alcance do programa de imunização em cobrir todas aquelas pessoas que já poderiam ter ido no posto. Então a gente sabe exatamente o volume de pessoas que não foi vacinada”, afirma Márcia Castro, professora na Escola de Saúde Pública - Harvard. Os especialistas também dizem que saber quantas pessoas ainda não tomaram a vacina pode ajudar os governos a fazer campanhas específicas para atrair mais esse público. “É um fator positivo a população estar bem informada sobre tanto o sucesso da campanha de vacinação, se nós estamos avançados ou não estamos avançados, quantas pessoas receberam quantas doses e tudo mais. Também é importante saber se mesmo bem-sucedidos eventualmente. qual que ainda é a parcela da população que não está imunizada, qual que é o número de pessoas que ainda podem, digamos, facilitar a transmissão do vírus”, explica Roberto Kraenkel, professor da Unesp e membro do Observatório Covid-19-BR.

Fonte: https://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2022/01/31/consorcio-de-veiculos-de-imprensa-acrescenta-mais-uma-informacao-aos-dados-sobre-vacinacao-no-brasil.ghtml

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

A história por trás de 'Waka Waka', o maior hit das Copas: Shakira 'copiou' música camaronesa

Banda dona de refrão idêntico gravado em 1986 teve que ameaçar processar para que integrantes virassem coautores. Clipe da colombiana tem mais de 3 bilhões de views no YouTube. Relembre as trilhas mais recentes das Copas do Mundo '"Waka Waka (This Time for Africa)" foi a principal música da Copa da África do Sul, em 2010, quando o campeonato foi disputado no continente africano pela primeira vez. A história por trás do maior hit de todas as Copas (veja clipes no vídeo acima) envolve um refrão "copiado" e certa demora para dar créditos aos coautores. Além de Shakira, "Waka Waka" tem a banda sul-africana Freshlyground, sequer citada no título da música no YouTube. Outra contribuição africana "escondida" tem a ver com o refrão. Ele foi pego de uma música chamada "Zangalewa", lançada em 1986 pela banda camaronesa Golden Sounds. Em 2010, "Waka Waka" foi lançada com dois autores creditados: Shakira e John Hill, produtor que já ...

Ameca, o robô humanoide que impressiona por semelhança com humanos; vídeo

Imagem do robô "acordando para a vida" revelada esta semana viralizou e chama a atenção pelo realismo das expressões. Modelo servirá como base de teste para inteligência artificial e terá conexão em nuvem. Ameca: veja o robô realista que parece humano Seu nome é Ameca. Ele é o novo robô da empresa britânica Engineered Arts, especializada em máquinas humanoides. Sua extrema semelhança com seres humanos acabou chamando atenção de internautas nas redes sociais. A imagem do robô "acordando para a vida" revelada esta semana viralizou deixando muita gente impressionada, e outros "assustados". Seu lançamento oficial será na próxima Consumer Electronics Show (CES) 2022, mas alguns detalhes do modelo já foram divulgados pela fabricante. Em seu anúncio, a empresa afirmou que "Ameca é o robô em forma humana mais avançado do mundo". Seus criadores dizem que ele pode servir de plataforma para o desenvolvimento de futuras tecnologias robóticas. SAIBA MAIS Xen...

'Rota 66 - A História da Polícia que Mata': Profissão Repórter revisita casos após 30 anos; assista à íntegra

O livro de Caco Barcellos, lançado em 1992 após uma investigação jornalística de sete anos, acaba de virar série no Globoplay. Junto com cinco repórteres da nossa equipe, ele reencontrou as vítimas mostradas na obra. Edição de 18/10/2022 - 'Rota 66 - a História da Polícia Que Mata': 30 anos depois Uma investigação jornalística de sete anos, conduzida por Caco Barcellos, resultou no livro "Rota 66 - A História da Polícia que Mata". A obra, fruto da análise de dezenas de caixas de documentos vindos de cinco fontes diferentes, revelou o perfil de 4.179 mortos pela Polícia Militar de São Paulo, de 1970 a 1992; 65% deles nunca tinham tido envolvimento com o crime. Para marcar os 30 anos do livro, que acaba de virar série no Globoplay, o Profissão Repórter revisitou os casos e reencontrou os órfãos e outros familiares das vítimas da violência policial. O repórter cinematográfico Eduardo de Paula e mais cinco repórteres acompanharam Caco na missão. Caco e Chico Bahia Profis...